sábado, 10 de novembro de 2012

Parceria entre comunidades tradicionais e castanhais


Artigo do professor Ricardo Scoles (Ufopa) recentemente publicado na Revista da Secretaria de Ciência e Tecnologia do Estado do Pará mostra que a intensidade da coleta de sementes de castanheiras não é fator determinante para a regeneração natural da espécie.

Os estudos foram desenvolvidos na Região do Rio Trombetas (Oriximiná e Óbidos, Pará) e na Reserva Extrativista Lago Capana Grande, em Manicoré, Amazonas (Bacia do Rio Madeira).

A biologia reprodutiva e relações ecológicas da espécie explicam como a distribuição, adensamento e rejuvenescimento das populações de castanheira são favorecidos pela estreita relação em tempos passados e presentes entre esta árvore e as populações humanas amazônicas. A baixa presença de plântulas e juvenis na maioria de castanhais estudados e sua conseqüente provável diminuição da produtividade em médio prazo devem ser combatidas, não com medidas de restrição extrativista, mas com enriquecimento e plantação de castanheiras em áreas florestais e/ou humanizadas (capoeiras, roçados), usando matrizes produtivas da espécie”, afirma o professor em trecho do resumo do artigo que pode ser baixado na íntegra  AQUI!
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